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Um Evangelho Vivo Para Um Tempo Novo

Escrito por Jabesmar A. Guimarães

Que o Evangelho é vivo nenhum de nós duvida. Ele é o poder dinâmico de Deus para a salvação de todo aquele que crê! O desafio que temos é de apresentar este evangelho para pessoas que vivem uma nova realidade, um novo tempo. Devemos reconhecer que nem sempre é fácil fazer isto.


Gostaria de compartilhar com os irmãos uma passagem que fala da quebra de costumes e tradições, que fala de uma mensagem e novas formas de apresentar essa mensagem. O Senhor Jesus tem muito a nos ensinar sobre como lidar com os conflitos que surgem pelas mudanças que inevitavelmente vêm com o passar dos anos. Para tanto leiamos Lucas 5:30-39.


"Os fariseus e seus escribas murmuravam contra os discípulos de Jesus, perguntando: Por que comeis e bebeis com os publicanos e pecadores? Respondeu-lhes Jesus: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento. Disseram-lhe eles: Os discípulos de João e bem assim os dos fariseus freqüentemente jejuam e fazem orações; os teus, entretanto, comem e bebem. Jesus, porém, lhes disse: Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o noivo? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; naqueles dias, sim, jejuarão. Também lhes disse uma parábola: Ninguém tira um pedaço de veste nova e o põe em veste velha; pois rasgará a nova, e o remendo da nova não se ajustará à velha. E ninguém põe vinho novo em odres velhos, pois o vinho novo romperá os odres; entornar-se-á o vinho, e os odres se estragarão. Pelo contrário, vinho novo deve ser posto em odres novos e ambos se conservam. E ninguém, tendo bebido o vinho velho, prefere o novo; porque diz: O velho é excelente".


Diante do comportamento do Senhor e seus discípulos os religiosos de plantão não perdem a oportunidade de confrontá-los. Eles não se misturavam com aquela ralé de pecadores e estranhavam que Jesus e seus discípulos se sentassem à mesa com pessoas assim. Este comportamento estava fora dos padrões estabelecidos para alguém que se dizia um mestre. Para alguém que realmente queria agradar a Deus. Isto nos leva ao primeiro ponto deste artigo.


I. O QUESTIONAMENTO AO COMPORTAMENTO DOS DISCÍPULOS (33)

Certamente os escribas e fariseus achavam os discípulos de Jesus alegres demais. Não ficavam com o rosto desfigurado e semblante abatido (como os hipócritas de Mateus 6:1-8). Pois apesar da Lei só estipular o jejum no Dia da Expiação, o texto nos mostra que os discípulos dos fariseus e os de João o praticavam com freqüência. A pergunta traz implícito o fato de que os discípulos do Senhor estavam quebrando uma tradição estabelecida e Ele parecia não se importar com isso! Em lugar de jejuarem, como seria apropriado á sua condição de discípulos, eles viviam comendo, bebendo e festejando. Ou seja, havia uma forma já estabelecida e eles a estavam quebrando. Como diriam alguns hoje: "estavam quebrando as tradições dos nossos princípios". Acontece que a tradição à qual os escribas e fariseus se referiam era tradição que eles haviam criado e que queriam estabelecer como divina A nenhuma destas tradições o Senhor respeitou.


Eles também são acusados de não orarem, mas os argüidores deveriam estar se referindo aos horários preestabelecidos para a oração (mais uma tradição). Pela leitura bíblica sabemos que tanto Jesus orava como ensinava os seus discípulos a fazerem o mesmo. Tanto é verdade que oravam que o Senhor, apesar de admitir que não jejuavam, não diz nada a respeito da acusação de não orarem. Fica claro então que o problema não era o fato de não orarem e sim o de não orarem nos horários estabelecidos pela tradição religiosa dos judeus. O questionamento dos escribas e fariseus requer que o Senhor se posicione e é disto que trata o próximo ponto.


II. A RESPOSTA DO SENHOR (34-35)

"Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o noivo?" Uma resposta simples e direta, pois tendo em vista que a festa de um casamento judeu durava sete dias, isto seria um contra-senso. Ninguém vai a uma festa de casamento para jejuar! A presença de Jesus trazia para os discípulos uma alegria bem maior do que a de uma festa de casamento! Seguir e estar com Jesus era para eles uma experiência que lhes trazia profunda alegria. Portanto, enquanto estivessem com Ele, os discípulos não tinham motivo para jejuar e desfigurar o rosto. Porém, quando lhes fosse tirado o noivo (uma referência a Sua morte) eles jejuariam.


Para esclarecer esta questão de tradições e formalidades a serem cumpridas no culto a Deus, o Senhor faz duas ilustrações. Passemos a analisá-las.


III. O VELHO E O NOVO (36-38)

Jesus começa a falar de coisas velhas e coisas novas, costumes antigos e costumes novos. Para tanto Ele recorre a duas coisas bem comuns a um lar judeu do Oriente Antigo. Uma é a prática de remendar as roupas velhas que se rasgaram. Ele nos diz que ninguém corta um pedaço de uma veste nova para remendar uma roupa velha. Isto seria uma inutilidade, pois além de estragar a roupa nova o remendo não combinaria com a velha. O prejuízo seria duplo, pois ambas ficariam inutilizadas. Em Marcos 2:21, Jesus fala que um pedaço de pano novo usado como remendo em uma roupa velha faria com que o conserto ficasse pior que o estrago. Devido a sua maior resistência o pano novo faria com que o velho se rasgasse e assim o buraco ficaria maior ainda que o original.


A outra ilustração vem dos odres e do vinho que neles eram guardados. Entenderemos melhor a ilustração se soubermos como eram confeccionados os odres. Um animal (normalmente uma cabra) era morto e eles removiam a carne e os ossos deixando seu couro intacto. Então, depois de devidamente tratado, ele era usado como recipiente para líquidos, inclusive o vinho. Quando novos, aqueles odres eram bastante maleáveis e elásticos. Com o passar do tempo eles se ressecavam e se submetidos a uma nova pressão rompiam-se. No que se referia ao armazenamento do vinho a não observância desta regra levava ao rompimento do odre e a conseqüência perda do vinho. Por isso Jesus é enfático: "vinho novo deve ser posto em odres novos e ambos se conservam".


O vinho é igual ao conteúdo è princípios e verdades eternas da Palavra de Deus. O odre é igual ao recipiente è forma e modo de apresentar o conteúdo. O que o Senhor quer deixar claro com estas ilustrações e que Ele não veio remendar o judaísmo e nem moldar a Sua mensagem e comportamento aos velhos odres da religiosidade judaica. Ele veio trazer um vinho novo e o vinho que trouxe deve ser acondicionado em odres novos. Não é sem razão que Jesus não era visto com bons olhos pelos líderes religiosos da sua época. Ele era visto como um revolucionário que estava mudando as tão queridas tradições da religião judaica. Era isso que os incomodava!


IV. APLICAÇÃO

A verdade é que o Senhor sabia que o Seu ensino não estaria em conformidade com o gosto dos líderes religiosos, pois alguém que já se acostumou a beber o vinho velho nem ao menos quer se dar ao trabalho de experimentar o vinho novo. O velho é que é o bom, ele diz. Está tão acostumado e satisfeito com o velho que nem ao menos se dá ao trabalho de parar por um momento sequer para avaliar o sabor do novo.


"Em Lc 5:39, o Senhor Jesus nos diz que as pessoas, muitas vezes, preferem os velhos padrões como maneira aceitável de fazer as coisas, a ter que enfrentar a inevitável mudança do futuro. O vinho velho tem melhor sabor; mas o velho vai acabar e pessoalmente nós o guardamos em quantidades cada vez menores até que o terminamos completamente. O Nosso Senhor aconselha-nos a desenvolver sempre o gosto pelo vinho novo em odres novos. A essência do evangelho ("vinho") permanece a mesma, mas o modo em que é acondicionada e oferecida ("odres") mudará com o tempo e lugar" (Family Matters, p. 57).


Pensar nestas coisas faz minha mente "viajar" aos anos 1825 -1830 no Reino Unido e pensar sobre um grupo de irmãos (quase todos com menos de 30 anos) que ousou mudar a forma de reunir e apresentar o Evangelho à sua geração. Esclarecidos pela Palavra de Deus eles abandonaram as tradições vigentes nos seus dias e iniciaram algo totalmente novo. Por isso aqueles jovens foram taxados de revolucionários, de hereges e foram acusados de estarem quebrando os costumes estabelecidos e aceitos pelos líderes cristãos da sua época. Foi este grupo que iniciou o que ficou mundialmente conhecido como o Movimento dos Irmãos, grupo do qual somos, por assim dizer, descendentes.


A sua influência foi tão grande que, em poucos anos, os princípios que eles redescobriram na Palavra de Deus revolucionaram não somente o seu país, mas também a muitos outros. Não muito tempo depois de iniciado, o Movimento dos Irmãos já tinha cerca de 3.000 missionários espalhados pelo mundo. Esta, querido leitor, foi, sem a menor sombra de dúvidas, uma inovação abençoada por Deus.


Com tal pano de fundo histórico, com tal herança histórica é de se estranhar que em muitas "Casas de Oração" os jovens sempre sejam vistos com desconfiança. Em algumas delas eles se foram (ou foram "idos"), pois não aceitando mais as tradições não bíblicas não encontram um ambiente saudável para o seu desenvolvimento espiritual. Um obreiro em tempo integral disse: "Foi a inquietação com respeito à rígida estrutura e frieza de espírito que levaram os Irmãos iniciais a romperem com os movimentos existentes. É a inquietação com respeito a nossa tradicional estrutura e nosso espírito frio que está fazendo muitos de nossos jovens desaparecerem" (Family Matters, p. 35).


Antes de continuar, preciso dizer que a mudança à qual me refiro não é quanto ao conteúdo do que nos foi legado. Este conteúdo é bíblico e precisa ser preservado e, em alguns aspectos, precisa até mesmo ser resgatado. O que me refiro é a forma com apresentamos este conteúdo.


Uma vez estive em uma igreja e observei a pessoa que dirigiu o período de cânticos estava nitidamente imitando um dirigente de louvor de uma destas novas "Comunidades Evangélicas" carismáticas que proliferam nos grandes centros. Ora, isto não pode ser considerado uma mudança necessária, mas sim uma simples imitação. Mudanças, quando necessárias, são bem vindas, mas macaquices não! Se aquelas podem trazer algum proveito, estas para nada ou para muito pouco servem.


Alguns dos missionários estrangeiros que vieram começar o trabalho dos Irmãos aqui no Brasil (todos eles já partiram para a glória) trouxeram consigo costumes e preconceitos culturais que não eram necessários à pregação do Evangelho. Faltou-lhes sensibilidade quanto à nossa cultura e costumes. Eles viam com certa desconfiança o nosso jeito de ser, nossa alegria, nossa espontaneidade etc. Poderíamos tomar como exemplo disso o estilo musical europeu que eles trouxeram. Em alguns lugares ele é tido como o único estilo aceito para entoar louvores a Deus e como o único tipo de cântico que Deus aceita. Sei que estou mexendo em um ponto nevrálgico, mas não vou me frutar de expor a verdade acerca deste assunto para assim exemplificar a questão da forma e conteúdo. O que muitos desconhecem é que em nossas reuniões cantamos algumas melodias que foram compostas por pessoas incrédulas. Cantamos a música do hino nacional de pelo menos dois países europeus e até mesmo melodia de músicas folclóricas de alguns países estrangeiros. Mas como elas estão na forma (odres) que nos acostumamos e achamos certa são largamente aceitas. Então eu pergunto: o simples fato de terem sido compostas por europeus e nos padrões europeus as tornam sacras, ou como algumas afirmam, inspiradas?


Pessoalmente não tenho nada contra os tais hinos e canto-os com grande prazer para louvar ao Senhor. Aliás, um dos meus preferidos se encaixa no exemplo acima e sua melodia foi composta para expressar o amor entre dois seres humanos. Também não acho que devemos fazer uma "caça às bruxas" e eliminar do hinário estes hinos. Pelo contrário, creio que eles e outros são uma preciosa herança que devemos preservar, pois fazem parte da nossa história. Não podemos e nem devemos descartá-los! O que não podemos é dizer que somente as músicas e letras contidas neles são aceitas por Deus. Nesta área, como em muitas outras, há sim lugar para o novo. Ainda hoje alguém pode compor um cântico com uma melodia que não se encaixe nos padrões europeus e este cântico pode ser usado para louvar a Deus da mesma forma que os antigos.


Argumentando desta maneira, não estou com isso desmerecendo o valor e a importância desses homens e mulheres de Deus que deixaram suas pátrias para nos anunciar o Evangelho. Não é este o ponto. Estou mostrando algo que o grande Sadu Sudah Sing, o famoso Apóstolo dos Pés Sangrentos, disse certa vez: "Se querem oferecer ao povo indiano a Água Viva, que a apresentem em um copo indiano".


Porque estou escrevendo isto? Escrevo para que vejamos que a FORMA pela qual o Evangelho é apresentado é suscetível a mudanças. Estou procurando mostrar que uma forma que hoje é largamente aceita pode se desgastar e perder o sentido para as gerações futuras e pode ser necessário adaptá-la ou mudá-la. Desde que o conteúdo seja preservado, desde que ele não seja adulterado, a forma de apresentá-lo, de servi-lo pode ser mudada. Creio que era disso que o Senhor estava falando. Falava da resistência gratuita que algumas pessoas tem a novas idéias, a mudanças. Ele falava da perpetuação e santificação da forma em detrimento do conteúdo.


Escrevo sobre o assunto a fim de que nos alertemos para o fato de que os mais jovens estão mais bem habilitados do que nós para perceber e acompanhar as vertiginosas mudanças da nossa época. Devemos dialogar com eles para entender como pensam os jovens de hoje, como podemos atingir os seus corações com mensagens que façam sentido para eles. Devemos adaptar nossa forma de pregar, nossa forma de argumentar sobre as verdades eternas da santa Palavra e nos esforçar para apresentá-la aos que tanto necessitam da salvação. Creio que isto está incluído no inspirado conselho de Paulo aos Romanos: "O que ensina, esmere-se no fazê-lo".


A maior parte das igrejas funciona baseada em uma estrutura que foi montada há muitos anos. Esta estrutura que no passado foi eficaz pode não ser mais tão eficaz assim nos dias de hoje. Em outros casos percebemos que a estrutura permanece, mas o conteúdo parece ter ido embora há muito tempo. É preciso humildade para reconhecer isso e, ao mesmo tempo, é preciso coragem para mudar a forma de apresentar o conteúdo aos que nos rodeiam.


Um dos maiores problemas de alguns pregadores do nosso meio é o fato de ainda estarem respondendo perguntas que ninguém mais faz nos dias de hoje. Suas pregações são para responder perguntas que foram feitas pelas pessoas que viveram há mais de cem anos. Parecem desconhecer que cada época tem suas virtudes, defeitos e necessidades específicas. Por isso não são ouvidos pelos de fora, por aqueles que também precisam da salvação. Gostaram tanto da forma e das respostas que os antigos pregadores usavam nas suas abençoadas prédicas, que nem ao menos pensam em mudar, não a essência do Evangelho, mas a forma de apresentá-lo de maneira que o torne relevante aos nossos contemporâneos. Observe e verá que a maior parte dos membros da sua igreja é composta por filhos de crentes. Isto indica que simplesmente não estamos conseguindo atingir os de fora! E não os atingimos por não conseguir falar aos seus corações.


Gostaria de encerrar com algo que aconteceu no III CONCRISTO. Um grupo de jovens nos procurou pedindo para apresentar uma peça teatral que haviam ensaiado. Depois de ponderar sobre as implicações de incluirmos a peça na programação resolvemos correr o risco e aceitamos a oferta. Era uma peça sem palavras que tinha como fundo hino que falava da carência que as pessoas têm de Jesus e da necessidade de as evangelizarmos. O cenário foi o painel do congresso que tinha um monte com três cruzes vazias – a do meio representando a cruz do Salvador. Eles estavam vestidos de negro e dos seus rostos foram eliminadas as expressões faciais.


A peça iniciou-se com a maioria deles prostrados e alguns poucos de pé. Então estes começaram a se movimentar dando a idéia que estavam evangelizando os caídos. O refrão do hino repetia: "precisam do Senhor, precisam do Senhor". Um a um os caídos foram sendo erguidos pelo poder do Evangelho e passavam a evangelizar os outros até que todos estavam de pé. A peça terminou com todos apontando para a cruz central.Tudo isto sem uma palavra sequer!


O resultado foi que toda uma família recebeu o Senhor como Salvador! Não houve apelos e nem nada parecido. O congresso encerrou-se e todos voltaram para suas casas. Um ano depois, no IV CONCRISTO, o pai da família procurou um de nós e nos disse que naquela noite, ao encerrar a peça, a filhinha dele lhe disse: "Pai, é disso que estamos precisando, estamos precisando de Jesus". A menininha foi tocada e toda a família aceitou a Cristo como Salvador.


Uma forma diferente de anunciar o Evangelho. O mesmo Evangelho, na sua pura essência, sem ser diluído ou distorcido apresentado de uma forma bastante diferente da convencional, mas apresentando resultado na salvação de almas.


Este é o desafio que está diante de nós: conservar os princípios e os valores que os homens levantados por Deus para iniciar o Movimento dos Irmãos nos legaram enquanto repensamos a forma de apresentar a mensagem às pessoas da nossa geração – confusas e perdidas – com as quais convivemos diariamente, pessoas ás quais o Senhor nos enviou.


Que o mesmo Senhor nos dê a graça necessária para levarmos tal desafio adiante: apresentar um Evangelho vivo que faça sentido para as pessoas de um tempo novo!

Amém!

Jabesmar A. Guimarães

Fonte: Blog do Jabesmar

Sexo: Vergonha de ser virgem



Por: Augustus Nicodemus

Alguns anos atrás fiquei estarrecido com uma estatística publicada por uma revista evangélica após entrevistas feitas com jovens evangélicos de 22 denominações. Estes jovens, a grande maioria composta de solteiros, haviam nascido em lar evangélico e eram frequentadores regulares de igrejas. De acordo com a pesquisa, 52% deles já haviam tido sexo. Destes, cerca da metade mantinha uma vida sexual ativa com um ou mais parceiros. A idade média em que perderam a virgindade era de 14 anos para os rapazes e de 16 anos para as moças.




Essa reportagem foi publicada em setembro de 2002. Desconfio que os números são ainda mais estarrecedores se forem atualizados para 2009.



Não vou aqui gastar muito tempo defendendo o que, acredito, a maioria dos nossos leitores já sabe que é nossa posição: sexo é uma bênção a ser desfrutada somente no casamento. Namorados que praticam relações sexuais estão pecando contra a Palavra de Deus. Mesmo que não tenhamos um versículo que diga "é proibido o sexo pré-marital" (desnecessário à época em que a Bíblia foi escrita, visto que na cultura do antigo Oriente não existia namoro, noivado, ficar, etc.), é evidente que a visão bíblica do casamento é de uma instituição divina da qual o sexo é uma parte integrante e essencial.





Alguns textos que mostram que contrair matrimônio e casar era uma instituição oficial entre o povo de Deus, e o ambiente próprio para desfrutar o sexo:





"... nem contrairás matrimônio com os filhos dessas nações" (Dt 7.3).





"... Aumentem quanto quiserem o preço e o presente pela noiva, e pagarei o que me pedirem. Tão-somente me dêem a moça por mulher" (Gn 34.12).





"... e lhe dará uma jovem em casamento..." (Dn 11.17).





"... Respondeu-lhes Jesus: Podem, acaso, estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles?" (Mt 9.15).




"... nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento" (Mt 24.38).





"... Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galileia, achando-se ali a mãe de Jesus. Jesus também foi convidado, com os seus discípulos, para o casamento" (Jo 2.1-2).





"... Estás livre de mulher? Não procures casamento" (1Co 7.27).





"... Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento..." (1Tm 4.1-3).





"... Se um homem casar com uma mulher, e, depois de coabitar com ela, a aborrecer, e lhe atribuir atos vergonhosos, e contra ela divulgar má fama, dizendo: Casei com esta mulher e me cheguei a ela, porém não a achei virgem..." (Dt 22.13-14)





"... qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério" (Mt 5.32).





"... Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar" (Mt 19.10).





"... Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado" (1Co 7.9).




"... Mas, se te casares, com isto não pecas; e também, se a virgem se casar, por isso não peca" (1Co 7.28).




"... A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor" (1Co 7.39).




"... ao que lhe respondeu a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Bem disseste, não tenho marido; porque cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade" (Jo 4.17-18).




"... alguém (o presbítero e/ou pastor) que seja irrepreensível, marido de uma só mulher..." (Tt 1.6).




"... quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque em mulher; mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido." (1Co 7.1-2)




"... Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros" (Hb 13.4).




"... que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação" (1Ts 4.4-7).




As passagens acima (e haveriam muitas outras) mostram que casar, ter esposa, contrair matrimônio é o caminho prescrito por Deus para quem não quer ficar solteiro ou permanecer viúvo. O casamento era, sim, uma instituição oficial em meio ao povo de Deus. As relações sexuais fora do casamento nunca foram aceitas, quer em Israel, quer na Igreja Primitiva, a julgar pela quantidade de leis contra a fornicação e a impureza sexual e pelas leis e exemplos que fortalecem o casamento como instituição para o povo de Deus em todas as épocas.




O ônus de provar que namorados podem ter relações sexuais como uma coisa normal é dos libertinos. Posso me justificar biblicamente diante de Deus por viver com minha namorada como se ela fosse minha esposa, não sendo casados? Como eu lido com essa evidência massiva de que o casamento é a alternativa bíblica para quem não quer ficar solteiro ou viúvo?




O que existe na verdade é aquilo que Judas menciona em sua carta, sobre pessoas ímpias que transformam a graça de Deus em libertinagem (Jd 4). Os argumentos do tipo, "quem casou Adão e Eva" demonstram o grau de má vontade e a disposição do coração de continuar na prática da fornicação, mesmo diante da resposta: "O caso de Adão e Eva não é nosso paradigma, a não ser que você tenha sido feito diretamente do barro por Deus e sua namorada tenha sido tirada de sua costela. Se não foi, então você deve se sujeitar ao paradigma que Deus estabeleceu para toda a raça humana, para os descendentes de Adão e Eva, que é contrair matrimônio, casar-se, um compromisso público diante das autoridades civis".




Os demais argumentos -- "é melhor que os namorados cristãos tenham sexo responsável entre sido que procurar prostitutas, etc." nem merecem resposta. O que falta realmente é domínio próprio, castidade, submissão à vontade de Deus, amor à santificação.




Chegamos ao ponto em que os rapazes e as moças cristãos têm vergonha de dizer, até mesmo em reuniões de mocidade e de adolescentes, que são virgens.




Tenho compaixão dos jovens e adolescentes de nossas igrejas. Mas sinto uma santa ira contra os libertinos, que pervertem a graça de Deus, pessoas ímpias, que desviam nossa juventude para este caminho. "A vingança pertence ao Senhor" (Rm 12.19).

• Augustus Nicodemus é pastor presbiteriano, chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, doutor em interpretação bíblica pelo Westminster Theological Seminary, Estados Unidos, e autor de, entre outros, “O que Estão Fazendo com a Igreja” (Mundo Cristão). Artigo publicado originalmente no blog do autor: O Tempora, O Mores!

Fonte: http://www.lideranca.org/

CORAÇÃO DIVIDIDO




“Fez ele o que era reto perante o Senhor, não, porém com inteireza de coração.”
II Crônicas 25:2



Fazer o que é reto diante de Deus é o que o agrada. Assim fazia o rei Amazias. Entretanto Deus levanta um “PORÉM” nessa obediência de Amazias, pois o seu obedecer não era com inteireza de coração. Havia algo por de trás da sua obediência que um dia ficou revelado e por isso não agradou a Deus.
Amazias procurava agir de acordo com o que estava escrito na lei de Moisés v.4. Em obediência a Deus ele queria derrotar os edomitas, mas o profeta o alerta que para isso não deveria se aliar com quem não estava andando com o Senhor.
Ao ser repreendido por um profeta (V.6-11) ele repara seu erro, mesmo que tivesse prejuízos, um exemplo a ser seguido, contudo, a promessa do profeta que Deus teria muito mais para dar comparado ao prejuízo, o tenha animado, o que a princípio não tem nada de errado.
Após sua vitória sobre os edomitas Amazias começa a revelar que, embora fizesse o que era reto diante do Senhor, o seu coração não era do Senhor, pois passa a adorar outros deuses e quando repreendido por um profeta reage dessa vez bem diferente e reprime o profeta. Por que não acatar a palavra do profeta e abandonar esses deuses? O que foi revelado sobre o seu coração nos versos 17 a 19 responde essa pergunta. Creio que naquele momento aqueles deuses lhe davam o que ele realmente desejava.
Após a conquista sobre os edomitas Amazias convidou o rei de Israel para medir força, mas Deus por meio de Jeoás, rei de Israel, traz a luz os desígnios do coração de Amazias “o teu coração se ensoberbeceu para te gloriares”V.19 esse era o motivo do desafio e a razão da sua obediência a Deus. Amazias buscava a glória para si, buscava ser grande, reconhecido e temido por todos, não buscava a glória de Deus, fazer Deus ser reconhecido, temido e glorificado entre as nações. Na verdade Amazias fazia o que era reto perante o Senhor porque via nisso a possibilidade de fazer seu nome grande e temido e não o nome de Deus.
Precioso irmão em Cristo, somos tenazmente rodeados pelos mesmos sentimentos que Amazias. Portanto devemos sempre vigiar e pedir a Deus que sonde o nosso coração e nos afaste de tamanha transgressão. Assim como Davi devemos pedir a Deus “também da soberba guarda o teu servo, que ela não me domine; então serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão” Sl.19:13
Que os anos de vitória ou estabilidade não nos iluda . Amazias reinou por vinte e nove anos, mas um dia a motivação do seu coração veio a tona e recebeu a devida punição. Então corramos aos pés do Senhor hoje e busquemos sempre fazer o que seja reto perante o Senhor, porém para a glória e honra do nosso Deus.


Anderson Almeida.
(essa reflexão é fruto de uma mensagem que ouvi do irmão Jadir Siqueira (mês de junho em Shekinah) e um compartilhar do irmão Samuel Esteves (mês de julho em Peniel))

REFORMA E REAVIVAMENTO


1- A Igreja Evangélica Brasileira precisa de uma nova Reforma.
1.1-Muitos daqueles que se dizem protestantes já não protestam mais.
1.2-Muitos daqueles que se autodenominam evangélicos têm transigido com a verdade e caído na malha sedutora do pragmatismo e das falsas doutrinas. Doutrinas estranhas têm encontrado guarida no arraial evangélico. Novidades forjadas no laboratório do engano têm sido acolhidas com entusiasmo por muitos crentes. Floresce em nossa Pátria uma igreja que tem extensão, mas não profundidade. Cresce em números, mas não em maturidade. Tem influência política, mas não autoridade moral. Faz propaganda de um pretenso poder, mas transige com o pecado.

2- A Igreja Evangélica Brasileira precisa voltar às Escrituras.


Muitos púlpitos estão sonegando aos crentes o pão verdadeiro e dando ao povo um caldo ralo e venenoso. Há aqueles que pregam o que o povo quer ouvir e não o que o povo precisa ouvir.
2.1- Pregam para entreter os bodes e não para alimentar as ovelhas.
2.2- Pregam para arrancar aplauso dos homens e não para levá-los ao arrependimento.
2.3- Pregam prosperidade e não salvação.
2.4- Pregam curas e milagres e não novo nascimento.
2.5- Pregam auto-ajuda e não a ajuda do alto. Há muitas igrejas fracas e enfermas por estarem submetidas a um cardápio insuficiente e deficiente. A fraqueza e a doença começam pela boca. Há morte na panela. O veneno mortífero das heresias perniciosas destila em muitas cátedras teológicas. Muitos púlpitos espalham esse veneno e muitos crentes se intoxicam com ele. Precisamos colocar a farinha da verdade nessa panela, a fim de que o povo tenha pão com fartura na Casa do Pão.
3- A Igreja Evangélica Brasileira precisa: voltar às grandes doutrinas da Reforma.
3.1-Precisamos reafirmar que a Escritura é verdadeira, infalível, inerrante e suficiente e não podemos acrescentar à sua mensagem as revelações, sonhos e visões que emanam de corações errantes.
3.2- Precisamos reafirmar que a fé em Cristo é suficiente para a nossa salvação e não podemos acrescentar a ela as obras, os méritos nem o misticismo variegado tão incentivado em tantos arraiais.
3.3- Precisamos reafirmar que a graça de Deus é a única base sobre a qual recebemos a nossa salvação. O homem não merece coisa alguma a não ser o juízo divino, mas de forma benevolente, Deus suspende o castigo e nos oferece seu favor imerecido.
3.4- Precisamos reafirmar que não há outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos, além do nome de Cristo Jesus.
3.5- Precisamos reafirmar que a glória pertence a Deus e não ao homem, igreja ou instituição humana.
4- A Igreja Evangélica Brasileira precisa não apenas de Reforma, mas, também, de Reavivamento.
4.1-Não basta ter doutrina certa, é preciso ter vida certa.
4.2- Não basta ter apenas luz na mente, é preciso ter fogo no coração.
4.3- Não basta apenas conhecimento, é preciso ter fervor espiritual.
4.4- Não basta apenas conhecer doutrina, é preciso ser transformado e impactado por essa doutrina.
A igreja de Éfeso tinha doutrina, mas lhe faltava amor. A igreja de Esmirna tinha amor, mas lhe faltava doutrina. Ambas foram repreendidas por Cristo. Precisamos de doutrina e amor, reforma e reavivamento. Não glorificamos a Deus com o vazio da nossa mente e a plenitude do nosso coração nem glorificamos a Deus com a plenitude da nossa mente e o vazio do nosso coração. Deus não é exaltado quando deixamos de conhecer a verdade nem Deus é glorificado quando deixamos de nos deleitar nessa verdade. Razão e emoção não são coisas mutuamente exclusivas. Elas se completam.

A emoção que não provém de uma mente iluminada pela verdade é vazia, rasa e inconsistente. Uma mente cheia do conhecimento da verdade, todavia, que não exulta de alegria e santo fervor está, também, em total desacordo com a vontade divina. Oh! Que Deus nos desperte para o conhecermos verdadeiramente! Oh! Que Deus nos encha daquela alegria indizível e cheia de glória, a fim de que nos deleitemos nele e passemos a viver tão somente para a sua glória!

Rev. Hernandes Dias Lopes
IP de Vitória-ES

Multidão de homossexuais irados ataca física e sexualmente grupo cristão de oração

Uma multidão agitada de homossexuais atacou física e sexualmente um grupo de cristãos que estava orando no Distrito de Castro da cidade de San Francisco na semana passada, em evidente retaliação pela recente derrota do casamento homossexual na Califórnia. Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Biblia Online Os cristãos, um grupo de evangélicos que regularmente vai ao Distrito de Castro, que é predominantemente homossexual, para cantar cânticos e orar com as pessoas que passam, dizem que estavam segurando as mãos e cantando “Amazing Grace” quando uma multidão irada começou a empurrá-los e chutá-los, roubar os pertences deles, derramar café quente no rosto deles e atacá-los sexualmente. “Tínhamos ido ali durante duas noites, apenas para cantar cânticos de adoração. Aparecia gente e ficava conosco, e nós orávamos por algumas pessoas”, disse uma participante num relato filmado na Casa de Oração Internacional em Kansas City, “mas na noite de sexta foi diferente”. “Começamos a adorar, e era como entrar numa sala de estar. Estávamos com um violão, adorando Jesus, com muita tranqüilidade”, continuou ela. “E então apareceu um homem e do nada ele começou a gritar e dirigir palavrões contra nós, nos dando ordem para sair do Distrito de Castro, e ele disse para nossa líder ‘Por que vocês estão aqui?’ e ela disse ‘Estamos aqui para adorar a Deus e estamos aqui porque amamos vocês’”. Essas palavras deixaram o homem furioso, e logo apareceram outros homens. Embora o grupo de cristãos não estivesse fazendo pregação, a mera presença de cristãos orando no Distrito de Castro foi o suficiente para provocar um furor de violência. “Alguns homens vieram e trouxeram um pano imenso e nos cobriram com ele e nos encurralaram num canto, e começaram a gritar e lançar palavrões contra nós, cheios de ódio, e a multidão foi aumentando cada vez mais até que havia centenas de pessoas e os bares se esvaziaram, e nós estávamos completamente cercados por pessoas que estavam gritando contra nós”, relatou a participante. “De repente, jogaram café quente no meu rosto e no rosto de outra amiga, e pensei que estavam jogando água fervendo em nós até que consegui sentir que o cheiro era de café, e alguém enfiou a mão e tomou a Bíblia da garota que estava do meu lado e ela disse ‘desculpa, mas essa Bíblia é minha. Poderia me devolver?’ e o cara bateu a Bíblia na cabeça dela e a empurrou ao chão, chutando-a em seguida”. De acordo com o relato, membros da multidão começaram a empurrar o grupo e tocar apitos aos ouvidos deles. Eles tiraram fotos e disseram “nós somos quem somos, vamos matar vocês”. O grupo de cristãos fez um círculo e colocou as mulheres na parte do meio. E foi aí que a multidão homossexual se tornou cruel e perversa, disse a participante. Embora a participante que aparece no vídeo não tenha dado detalhes, um usuário do YouTube que postou o vídeo da violência incluiu testemunho anônimo de um participante que afirmou que “os homossexuais estavam me tocando e me agarrando, e tentando empurrar coisas nas minhas nádegas, e até tentaram tirar minhas calças — basicamente tentando me violentar. Eu usei uma mão para segurar minhas calças, enquanto eu usava o outro braço para segurar uma das garotas. Os homens cristãos fizeram um escudo em volta das garotas e as protegeram”. Depois que a polícia chegou com equipamento para enfrentar tumultos, a multidão ficou ainda mais agitada e começou a se lançar contra o grupo de oração, tentando impedir a polícia de proteger o grupo. Foi nesse ponto que a participante que aparece no vídeo disse que achou que ia morrer. A polícia então insistiu em escoltar o grupo para fora do Distrito de Castro, declarando que era necessário preservar a vida dos membros do grupo de oração. Um vídeo no YouTube registra os minutos finais da escolta, mostrando homossexuais irados gritando palavrões, ameaçando os cristãos e tentando furar o bloqueio da polícia à força. A TV KTVU, de San Francisco, noticiou que um homossexual afirmou que “os direitos dos cristãos foram respeitados. Eles tiveram a chance de ir e orar na calçada, e eu tive a oportunidade de expressar minha liberdade de expressão, que deixou claro que eles deveriam sair de minha vizinhança”. O canal de televisão explicitamente atribuiu a ira da multidão homossexual à recente vitória da Proposta 8, o referendo na Califórnia que definiu o casamento como a união entre um homem e uma mulher. Peter LaBarbera, presidente de Americanos em prol da Verdade sobre a Homossexualidade, declarou para LifeSiteNews que os Estados Unidos estão começando a ver a face real do movimento homossexual depois da vitória da Proposta 8 na Califórnia. “Basicamente, penso que o que estamos vendo é que o elemento homofascista do movimento gay está saindo do armário, e a ousadia deles vem do fato de que eles se enxergam como injustiçados, mas estou esperando e orando para que a conduta antidemocrática deles eduque os EUA e ajude os americanos a despertarem para as intenções reais desse movimento”, disse LaBarbera. “Basta ter um pouquinho de lógica para entender a gravidade da situação. Se um grupo de cristãos conservadores atacasse sexualmente alguns gays e os expulsasse de uma cidade, haveria manifestações de revolta a nível nacional”, acrescentou ele. LaBarbera disse que seu site continua a receber mais visitas com o crescimento do interesse em sua organização, que tem o compromisso exclusivo de combater a agenda política homossexual nos Estados Unidos.


SAM – Seminário de Aperfeiçoamento Ministerial


Introdução

O objetivo deste projeto é definitivamente expresso em seu nome, uma ferramenta para que possamos nos aperfeiçoar em nosso ministério e outros da igreja local.

Porque nos aperfeiçoar?

Existem várias respostas para esta pergunta, mas poderemos nos ater a duas:

Primeira: A santidade de Deus nos leva a observar o quanto Ele é Puro e o quanto nós somos sujos. Quanto mais conhecermos a santidade de Deus, mais teremos desejo de dar o melhor para Deus. Verifiquemos o exemplo de Lv 10.3; Sl 29.2; Sl 93.5; Ex 3.5; Jz 6.22; Is 6.1-8. Se Deus é tão SANTO, não podemos servi-lo de qualquer jeito.

Segunda: Em todos os ramos do empreendimento é assim, funcionários tem que se aperfeiçoar, gerentes tem que se aperfeiçoar, executivos tem que se aperfeiçoar, cozinheiros tem que se aperfeiçoar, pedreiros, pintores, encanadores... Todos devem estar em contínuo aprendizado, se não, ficam para trás e se tornam desqualificados.

O nosso objetivo não é de nos moldarmos ao empreendedorismo, mas de fazer prático o que a palavra de Deus nos instrui em Os 6.3, este verso nos da à idéia de continuo conhecimento, principalmente se tratando de Deus e de sua Obra. Lembremo-nos que Deus é inesgotável!

Mais um conselho da parte de Deus nos é dado em I Co 8.2. Nunca é tarde para aprendermos mais, pois ainda não sabemos como convém saber.

Que tal mais dois versículos... I Co 14.40; Jr 48.10

Que juntos possamos crescer para Louvor e Glória do nosso SENHOR.

Condese 2009, um encontro com Deus!

O despertador começa a tocar...

é hora da Igreja acordar!

CONDESE 2009
09 a 12 de outubro


Há pelo menos três sentidos para o verbo “dormir” nas Escrituras. O primeiro, obviamente, refere-se ao sono natural, aquele que Pedro, João e Tiago sentiram quando foram levados por Jesus ao Monte da Transfiguração para orar (Lucas 9:28). O segundo, no sentido de “morrer”, como por exemplo, em I Tessalonicenses 4:13: Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem... O terceiro emprego do verbo descreve a apatia para com o Evangelho e o Espírito Santo que assola muitos crentes, o sono espiritual.

O Senhor nos mostrou em sua Palavra algumas características dos crentes que vivem em sonolência:

a) São crentes que envergonham (Pv 10:5 O que ajunta no verão é filho entendido, mas o que dorme na sega é filho que envergonha);

b) São indiferentes às mortes dos ímpios (Is 56:10 Todos atalaias são cegos, nada sabem; todos são cães mudos, não podem ladrar; andam adormecidos, estão deitados e amam o tosquenejar);

c) Não têm visão da glória de Deus (como os discípulos em Lc 9:28-36).

O apóstolo Paulo exortou os cristãos sonolentos em pelo menos três de suas Epístolas. Em Romanos 13:11-14, o apóstolo adverte: Já é hora de despertardes do sono (v. 11). Neste texto aprendemos pelo menos mais três verdades sobre o crente que dorme espiritualmente: i) Ele não reconhece o “tempo de Deus”, as oportunidades e a urgência da Obra (v. 11); ii) Ele vive como os que “são da noite”, em desonestidade, imoralidade, bebedice, glutonaria, contendas... (v. 13); iii) Ele tem muito pouco de Jesus Cristo em sua pessoa (v. 14: despertar é revestir-se de Jesus).

Este ensino é enfatizado por Paulo também em I Tessalonicenses 5:5 e 6. A terceira Epístola onde o apóstolo exorta os cristãos sonolentos é Efésios 5:14 e 15. Aqui o Senhor nos mostra outra verdade: o sono espiritual leva o crente a viver como se estivesse morto! (v. 14: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos). Lembre-se que para Deus estão mortas as pessoas que ainda não foram lavadas no sangue do Cordeiro (Lc 9:60 e Ef 2:1-5).

Nós precisamos acordar!

Senhor, traz despertamento! Senhor, tira todo nosso sono espiritual! Amém.
O tempo de começar a consagrar para Deus operar grande obra no Condese 2009 é hoje.

Como?
Orando;
Humilhando;
Arrependendo;
Confessando;
Amando;
Louvando;
Adorando;
Servindo;
Ofertando;
Clamando pela salvação do povo perdido;
Orando pelo preletor: Irmão Joaquim Almeida.

O Seminário de Aperfeiçoamento Ministerial - SAM - volta as atividades dia 16 de julho

O Seminário de Aperfeiçoamento Ministerail, SAM, reinicia suas atividades dia 16 de julho às 19:30 horas, nas dependências da Escola Hudson Taylor

Os temas que serão abordatos em sala de aula, inicialmente serão os seguintes:


  • Primeira estata - Ética ministerial

· Dirigentes de reuniões (maneiras para direção e liturgia)

D Oratória

· Recepção interna e externa (portaria)

· Pregadores – postura e preparação

· Grupo de louvor

· Diaconato

· Visita pastoral

  • Ministérios

· Discipulado

Ø Método que será usado

Ø Cada membro um discípulo

· Evangelização

Ø O que é? Por que? Como?

Ø Programa de evangelização

Ø Estudos cronológicos

  • Curso

· 1 vez por semana (quartas e se precisar aos sextas para a participação das mulheres)

· 90 minutos por semana (2 aulas de 40 minutos e intervalo de 10)

· Matrícula

· Apostilas

· Investimento

· O

  • Faça sua inscrição com o Irmão Kleber Serra
Fonte: 9281-9319
E-mail: kl_serra@hotmail.com

O sonho se concretizando: Reabilitação de drogados para a vida! | Assista agora


De 3 a 5 de julho a Ceami realiza em seu centro de reabilitação na cidade de Urberlândia, o 7º Encontro Missionário.

Este centro recebe e trata em média 50 homens viciados em todo tipo de drogas, os reabilitando para vida. Dezenas deles são totalmente libertos e inseridos completamente na sociedade.

Click aqui e assista o congresso ao vivo.

Quem crê é libertado

ATOS 13.26-31,38-39 - Paulo continuou: - Meus irmãos, descendentes de Abraão, e também vocês não-judeus que temem a Deus, escutem! Essa mensagem de salvação foi mandada para todos nós. De fato, os moradores de Jerusalém e os seus líderes não entenderam que Jesus é o Salvador. E também não compreenderam as palavras dos livros dos Profetas, que são lidos todos os sábados. Mesmo assim, ao condenarem Jesus, eles estavam cumprindo essas profecias. E, embora não encontrassem nenhuma razão para condená-lo à morte, pediram a Pilatos que mandasse matá-lo. Depois de fazerem tudo o que as Escrituras Sagradas falam a respeito dele, eles o tiraram da cruz e o puseram num túmulo. Mas Deus o ressuscitou, e durante muitos dias ele apareceu às pessoas que o tinham acompanhado da Galiléia até Jerusalém. Agora essas pessoas são testemunhas que falam a respeito de Jesus ao povo de Israel.


Meus irmãos, todos vocês precisam saber com cert eza que é por meio de Jesus que a mensagem do perdão de pecados é anunciada a vocês. Precisam saber também que quem crê é libertado de todos os pecados dos quais a Lei de Moisés não pode livrar.

Fonte: SBB

Reunião de comunhão dos irmãos da Grande Cuiabá

Ministério de música da igreja cantando na abertura do culto.

Reunião de comunhão dos irmãos da Grande Cuiabá, realizada dia 30 maio na Casa de Oração em Parque do Lago. Como podemos ver nas fotos, o salão estava tomado por irmãos de todas as igrejas da região metropolitana.


Grande número de irmãos reunidos.



Irmã Lana louvando a Deus com um bonito hino.


Irmãos José Ronaldo e Eosineida interpretando um clássiso dos hinos mais antigos.


Grupo de irmãs da Igreja em Jardim Glória louvando ao Senhor


Grupo de irmãs da Igreja no bairro Del Rei, em Cuiabá, também louvando a Deus com um belíssimo hino.


Parte do coral da Igreja em Jardim Glória também expressando adoração ao Senhor com bela música.


Irmão Oseias e sua espesa Jeane cantando um hino especial na Igreja em Parque do Lago.


Irmão Oseias ministrando a Palavra de Deus na noite da comunhão geral do irmãos


Mais foto panorâmica da casa de oração.


Foto tirada da galeria, dando uma visão diferente do auditório.

  • As fotos são de autoria do irmão Marinho Silva

 
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